- Peça
- 02 · iChefs
- Status
- Parado
- No que acreditávamos
- Chefs e as pessoas que querem contratar um se encontrariam mais facilmente por meio de um intermediário de confiança, como um Uber da cozinha.
- Onde travamos
- Um mercado de dois lados que pedia um grande investimento inicial, um time de amigos sem disciplina para operar todo dia e um lançamento no Brasil, onde tínhamos poucos contatos.
- A pergunta que ficou
- Se as pessoas amam, quem do time vai operar todo dia, e essa pessoa quer?
O iChefs conectava chefs a pessoas que queriam contratar um, com o iChefs no meio. Pense no Uber, mas para cozinhar. O time tinha a experiência, e quem viu a ideia adorou.
Esse costuma ser o momento em que os fundadores relaxam. Validar parece a parte difícil. Não era.
Um marketplace são dois negócios
Um marketplace de dois lados precisa conquistar chefs e clientes no mesmo dia, na mesma cidade. Nenhum lado aparece sem o outro. Isso exige um grande investimento antes da primeira reserva, e alguém conectando, cobrando e consertando coisas todos os dias depois.
Amor não opera um produto
Éramos um grupo de amigos com boas intenções e empregos em tempo integral. Ninguém tinha tempo nem disciplina para operar diariamente, e ninguém tinha aceitado ser quem faria isso. As pessoas amarem um produto não diz quem vai operá-lo.
O lugar errado para começar
Lançamos no Brasil, um mercado do qual não estávamos perto e onde tínhamos poucos contatos. Marketplaces são lançados por meio de relacionamentos, cidade por cidade. Sem eles, não havia como trazer nenhum dos dois lados.
O que tentaríamos agora
- Validar a operação, não só a ideia. Rodar o serviço na mão por uma semana antes de construí-lo.
- Nomear quem opera antes da data de lançamento. Se ninguém quer esse trabalho, o modelo não combina com o time.
- Começar onde você tem relacionamentos. Os primeiros cem usuários de um marketplace vêm de gente que você conhece.